sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Ambiente de Trabalho

Encontramos pessoas que ficam horas e horas a mais em seu trabalho dedicando-se a uma atividade ou um projeto e mesmo assim não obtém uma boa produtividade em suas tarefas e principalmente estão longe de se sentirem realizados com o que fazem, gerando assim frustrações e falta de motivação. O motivo desta falta de produtividade pode ser a má qualidade de vida no ambiente de trabalho.

O ambiente de trabalho não deve ser considerado apenas como o ambiente da empresa ou escritório, mas também o ambiente de estudo dos alunos de todas as faixas etárias. Estes também possuem sua carga horária distribuída entre aulas, provas, cursos de idiomas, cursos de informáticas, esportes e mais provas.
Há crianças com menos de sete anos que ficam na escola ou fazem dezenas de atividades, saindo de casa as 07:00h e retornando apenas as 18:30h. São mais de dez horas de atividades diárias.

Os profissionais precisam dedicar seus esforços para apresentarem seus projetos dentro do prazo desejado. Alguns, ainda, por morarem longe de seu local de trabalho ou não terem acesso a um restaurante perto, muitas vezes almoçam no próprio ambiente e logo estão a trabalhar novamente.

A mente precisa descansar, sair da rotina. Processar novas informações através de ambientes diferentes dos quais se passa a maior parte do tempo utilizando os cinco sentidos (olfato, tato, paladar, audição e visão) para que descanse e se revigore.

Verifique se sua postura não está lhe causando cansaço físico, se não está sentado muito perto do monitor do computador, se está exposto a algum tipo de poluição (sonora ou visual, por exemplo).

Aproveite o horário que sobre durante o almoço para fazer algo diferente. Ouça uma música, leia um capítulo de um livro, desenhe, pinte, faça artesanato, converse com amigos (assuntos não relacionados ao trabalho), dê uma volta no quarteirão, faça um projeto esboçando seus objetivos para o ano e assim por diante.

Se em sua empresa não há um programa de melhoria na qualidade de vida no ambiente de trabalho, quando for degustar o tradicional cafezinho, aproveite para se alongar e fazer uma rápida ginástica laboral, preparando seu corpo para o restante da jornada de trabalho.

Se você é um estudante que dedica horas e horas realizando várias atividades de estudo, pare um pouco para descansar. Ouça músicas, assista um vídeo, curta a natureza. Fuja de sua rotina. O estudo é excelente para seu futuro, mas em excesso, haverá um momento que você não conseguirá mais processar tantas informações.

Quando não estiver em seu ambiente de trabalho ou estudo, passe mais tempo junto de sua família. Com seus pais, marido, esposa, filhos, tios, avós, sobrinhos ou netos. A família é uma grande fonte de energia para todos. Não trabalhe ou estude exaustivamente pensando apenas no amanhã, pois você estará deixando de viver o hoje com as pessoas mais especiais de sua vida. Como disse Kotler, “a melhor maneira de prever o futuro é criá-lo”. Viva intensamente seu presente e com certeza terá um maravilhoso futuro.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

As pessoas simplesmente não enxergam que a vida recomeça a cada manhã e que, sim, tudo pode mudar!

Tudo começa pela humildade, admitindo que ninguém é dono da verdade, inclusive você. Sendo assim, temos sempre o que melhorar , seguindo o exemplo da filosofia Kaizen*.Para isso, comece observando as pessoas ao seu redor, sejam profissionais de sua área, não necessariamente somente do seu ramo de atividade, até empreendedores do terceiro setor, desde que sejam considerados excelentes. Aprenda com as atitudes dos outros.
Busque conhecimento através de livros, revistas, artigos, cursos, palestras, internet, enfim, onde for possível. Mas lembre-se: existem dois pontos importantes a se considerar. O primeiro é que existe uma tendência em buscarmos conhecimento apenas em assuntos diretamente relacionados ao nosso ramo, profissão ou dia-a-dia e com isso perdendo muitas oportunidades de aprender lições fora da nossa área. Por exemplo, se você é engenheiro, busque novos conhecimentos na área de filosofia, deste modo você consegue alterar a sua estrutura de pensamento e por sua vez reelaborar seus modelos mentais.
O segundo ponto é que nenhum conhecimento é útil se não puder ser aplicado no seu dia-a-dia e com isso venha agregar valor ao seu cotidiano.
Essa é uma questão que pode ser avaliada sob o prisma de tendências x pendências. Você sabe a diferença entre elas?
Tendência é o que eu ainda não sei. Já pendência é aquilo que eu já sei, mas ainda não implementei.
Pare! Faça uma auto-análise. Quantas coisas você sabe e aprendeu, mas não aplica em sua vida? Com certeza você estudou, se formou , fez uma pós-graduação, concluiu MBA, talvez até um mestrado e um doutorado, já leu centenas, talvez até milhares de livros até agora, assistiu infinitas palestras, participou de dúzias de cursos e workshops. Enfim, sua bagagem de conhecimento é imensa, mas você está conseguindo implementá-lo? Quanto deste conhecimento já está ultrapassado?

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Bullying Corporativo


Nunca esteve tão em evidencia o assunto da pressão física e psicológica sobre estudantes, o caso de Realengo apenas o intensificou. Mas será que uma espécie de bullying pode acontecer em uma organização?
Infelizmente, a resposta é sim. De uma forma um pouco diferente, a pressão e, muitas vezes, o assédio moral ainda fazem parte do cenário organizacional.

Falar alto, gritar, ironizar e até xingar publicamente os liderados pode ser um sinal claro de que a pressão normal do cotidiano esteja sendo extrapolada. O número de casos de assédio moral vem crescendo ano a ano, um sinal claro de que alguns líderes exageram e têm sérios problemas de relacionamento.A pressão cada vez maior e a falta de preparo dos líderes em termos de inteligência emocional tem causado problemas.
Elenice* – uma supervisora de vendas de 35 anos e com grande experiência em sua área chegou ao limite do estresse. Desenvolveu uma forte depressão simplesmente porque seu chefe resolveu utilizar uma técnica diferente para melhorar seus resultados. Suas metas eram acompanhadas de perto. Ora isso não tem nada de errado, afinal é um dos papéis do gestor, especialmente na área de vendas. O ponto é a forma como isto era feito. Nas reuniões de resultados, quando algo não ia bem lá estava o gestor gritando e deixando claro que Elenice havia se esforçado pouco e sua incompetência deveria ficar aparente. Naquela semana Elenice deveria manter em sua mesa um “burrinho” de pelúcia, ícone dos maus resultados. 
Ela já sabia que teria que suportar as piadas dos colegas e as perguntas dos estranhos ao seu setor sobre o famoso símbolo. Em pouco tempo Elenice estava em licença médica.Este é apenas um exemplo, existem outras histórias incríveis como a de uma chefe, que em momento de irritação, apenas atirou o telefone na cabeça de um de seus colaboradores. Sorte que o aparelho não atingiu o seu alvo. Isto é bullying puro!

domingo, 25 de setembro de 2011

Veja a Diferença entre os Ricos X Pobres



Na realidade rico não é rico por que tem dinheiro, mas porque tem um espirito totalmente diferente dos pobres. A consequência é ter mais dinheiro. Leia até o fim:

O rico acredita que pode moldar o seu destino. O pobre acredita que o destino acontece.
O rico assume o compromisso de ser rico. O pobre gostaria de ser rico.
O rico entra no jogo do dinheiro pra ganhar. O pobre entra no jogo do dinheiro pra não perder.
O rico usa juros a seu favor. O pobre usa juros contra ele mesmo, porque quer tudo pra agora.
O rico admira pessoas ricas e as toma como exemplos. O pobre detesta pessoas ricas e as toma como exemplos de mau caráter.
O rico se aproxima de indivíduos bem-sucedidos. O pobre prefere amigos que, como ele, passam dificuldades financeiras e   são fracassados.
O rico diz “como posso ter isso”? O pobre diz “não posso ter isso”.
O rico estuda investimentos e faz planos. O pobre diz que “não tem tempo para estas coisas”.
O rico é um ótimo recebedor. O pobre é um péssimo recebedor.
O rico paga a si mesmo primeiro. O pobre paga aos outros primeiro.
O rico prefere ser remunerado pelos resultados. O pobre prefere ser remunerado pelo tempo dispendido.
O rico foca no patrimônio líquido. O pobre foca no rendimento mensal.
O rico, quando sofre uma adversidade, se pergunta “como posso tirar proveito disso?”. O pobre, na adversidade, se lamenta.
O rico identifica os ricos pela sua educação financeira. O pobre identifica alguém como “rico” pelos bens materiais que exibe.
O rico busca a prosperidade financeira. O pobre confunde essa busca do rico com falta de espiritualidade.
O rico foca na solução. O pobre foca no problema.
O rico, numa compra parcelada, calcula os juros embutidos e faz contas para decidir se a compra vale a pena. O pobre só observa o tamanho da parcela.
O rico põe seu dinheiro para trabalhar duro para ele. O pobre trabalha duro pelo seu dinheiro.
O rico administra bem o seu dinheiro. O pobre deixa a vida o levar.
O rico tem uma visão realista dos investimentos. O pobre quando investe pensa apenas no curtíssimo prazo e espera lucros absurdos.
O rico não despreza um rendimento passivo, mesmo que pequeno. O pobre diz “o que adianta botar o dinheiro na poupança se rende tão pouco?”
O rico age apesar do medo. O pobre fica paralisado pelo medo.
O rico foca em oportunidades. O pobre foca em benefícios.
O rico pensa grande. O pobre pensa pequeno.
Se o rico ganha um valor, em algum tempo o patrimônio terá aumentado. Se o pobre ganha um valor, em algum tempo o patrimônio terá desaparecido completamente.
Se você tirar todo o dinheiro de um rico, depois de algum tempo ele estará recuperado. Se você tirar todo o dinheiro de um pobre, ele dependerá de outras pessoas para sobreviver.
O rico diz “tenho que ser rico por causa de vocês, meus filhos”. O pobre diz “não sou rico porque tenho filhos”.
O rico tem um plano de independência para o futuro. O pobre acha que trabalhar até morrer e depender do governo e dos filhos é um plano razoável.
O rico diz “posso ter as duas coisas”. O pobre diz “posso ter isso ou aquilo”.
O rico procura se aprimorar sempre. O pobre acredita que já sabe tudo.
O rico diz “que lição posso aprender com este erro?”. O pobre diz “desde o começo eu já sabia que não daria certo”.
O rico encara um fracasso como um aprendizado. O pobre encara um fracasso como um alerta para nunca mais se arriscar.
O rico fica cada vez mais rico. O pobre fica cada vez mais pobre.

E então, como você se vê depois de ler isso tudo? Junte-se ao time dos vencedores, ao time dos “Ricos”, não só ricos financeiramente mas ricos de informação. 

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Conflitos no trabalho

Existem muitos conflitos no seu local de trabalho? Não sabe o que fazer quando estes surgem? Se gostava de conhecer os vários tipos de conflitos que podem surgir na sua empresa, leia o artigo e esclareça todas as dúvidas.

A administração de conflitos no trabalho tem uma característica muito interessante: não é ensinada na escola. No entanto, esta é capaz de ser uma habilidade básica para a sobrevivência profissional e tem que ser amplamente praticada. Os conflitos no trabalho ocorrem quando uma pessoa está sujeita a pressões ou expectativas muito elevadas ou inconsistentes ou ainda quando há um choque de personalidades. Quem é que ainda não teve o seu conflitozinho? Quase todos os profissionais já tiveram.
Para por fim a conflitos é necessário ter uma forte capacidade de negociar, de discutir a natureza do problema e não dos sentimentos envolvidos. Até é bom ter de quando em quando algum tipo de conflito. São este tipo de divergências que trazem também a inovação, a melhoria, a vantagem competitiva e o debate de ideias. Assim, eliminar por completo os conflitos não deve ser o objectivo final.
Devia fazer parte do arsenal de qualquer profissional saber lidar com conflitos. Qualquer profissional deve desenvolver a sua capacidade de entender a natureza dos conflitos e rapidamente estabelecer uma estratégia de solução, de maneira a que não fiquem ressentimentos, nenhuma sensação de derrota e muito menos um mau ambiente de trabalho.
Quando surge um conflito no trabalho, muito possivelmente, ele enquadra-se numa das seguintes categorias:

Conflitos Pessoais
Este é o tipo de conflito que diz respeito unicamente a uma pessoa. Pode ser o nosso chefe, um colega ou outro membro da empresa. Neste caso, é melhor não se envolver, cada um com os seus problemas.

Conflitos Interpessoais
Este é o tipo de conflito que envolve várias pessoas de dentro da empresa. É o tipo de mais banal nas organizações e acontece frequentemente.

Conflitos com outros trabalhos
Este tipo de conflito surge quando existem outros trabalhos ou tarefas dentro ou fora da organização, que não possibilitam que o trabalho seja efectuado devidamente. Decerto que já lhe aconteceu e ficou bastante aborrecido com isso. Tenha calma, tudo se há-de resolver.

Conflitos entre necessidades e valores
Este conflito surge quando aquilo que necessita para cumprir o objectivo do seu trabalho entra em conflito com a sua personalidade e os valores que mais preza. É bastante desagradável mas acontece ocasionalmente.

Resolver conflitos
Quando se trata de resolver um conflito, existem diversas maneiras de o abordar e de o gerir. Conheça algumas.

Evite-os
Tente evitar a existência de conflitos. Dê razão à outra parte, mesmo que esta não a tenha, só para que esse conflito não surja. É mas fácil dizer do que fazer, mas faça um esforço para os evitar. Contorne-os, dê-lhes a volta.

Controle-se
Mantenha-se calmo. Não entre em discussões histéricas sobre o assunto em questão. Não se esqueça que a calma é o meio para se conseguir o fim.

Colabore
Tente chegar a um acordo comum entre as pessoas envolvidas no conflito e minimizar ao máximo as perdas para cada lado.
Resolver conflitos significa adoptar uma postura imediata de tentar entender as causas do conflito e conduzir acções para se chegar a um ponto de acordo, aceite por ambas as partes. Se não os conseguir evitar, encare-os de frente, não finja que não existem ou que não o afecta.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

A Evolução da Educação

Antigamente se ensinava e cobrava tabuada, caligrafia, redação, datilografia...
Havia aulas de Educação Física, Moral e Cívica, Práticas Agrícolas, Práticas Industriais e cantava-se o Hino Nacional, hasteando a Bandeira Nacional antes de iniciar as aulas...

Leiam o relato de uma Professora de Matemática:

 

Semana passada, comprei um produto que custou R$ 15,80. Dei à balconista R$ 20,00 e peguei na minha bolsa 80 centavos, para evitar receber ainda mais moedas. A balconista pegou o dinheiro e ficou olhando para a máquina registradora, aparentemente sem saber o que fazer.
Tentei explicar que ela tinha que me dar 5,00 reais de troco, mas ela não se convenceu e chamou o gerente para ajudá-la.
Ficou com lágrimas nos olhos enquanto o gerente tentava explicar e ela aparentemente continuava sem entender.
Por que estou contando isso?
Porque me dei conta da evolução do ensino de matemática desde 1950, que foi assim:


1. Ensino de matemática em

1950:

Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda.
Qual é o lucro?

2. Ensino de matemática em 1970:

Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é igual a 4/5 do preço de venda ou R$ 80,00. Qual é o lucro?


3. Ensino de matemática em 1980:

Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Qual é o lucro?

4. Ensino de matemática em 1990:

Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Escolha a resposta certa, que indica o lucro:
(  )R$ 20,00 (  )R$ 40,00 (  )R$ 60,00 (  )R$ 80,00 (  )R$ 100,00

5. Ensino de matemática em 2000:

Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.


O lucro é de R$ 20,00.
Está certo?
(  )SIM (  ) NÃO

6. Ensino de matemática em 2009:

Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.

(  )R$ 20,00 (  )R$ 40,00 (  )R$ 60,00 (  )R$ 80,00 (  )R$ 100,00

7. Em 2010 ...:

Um lenhador vende um carro de lenha por R$ 100,00.
O custo de produção é R$ 80,00.
Se você souber ler, coloque um X no R$ 20,00.
(Se você é afro descendente, especial, indígena ou de qualquer outra minoria social não precisa responder pois é proibido reprová-los).
(  )R$ 20,00 (  )R$ 40,00 (  )R$ 60,00 (  )R$ 80,00 (  )R$ 100,00


 
E se um moleque resolver pichar a sala de aula e a professora fizer com que ele pinte a sala novamente, os pais ficam enfurecidos pois a professora provocou traumas na criança.
Também jamais levante a voz com um aluno, pois isso representa voltar ao passado repressor (Ou pior: O aprendiz de meliante pode estar armado)

- Essa pergunta foi vencedora em um congresso sobre vida sustentável:

Todo mundo está 'pensando'
em deixar um planeta melhor para nossos filhos...

Quando é que se 'pensará'
em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"

Precisamos começar JÁ!  
   Ou corremos o sério risco de largarmos o mundo para um bando de analfabetos, egocêntricos, alienados e sem a menor noção de vida em sociedade e respeito a qualquer regra que seja!

Desperdício da Sua Própria Vida

Sabe aqueles dias que você meio que não quer fazer nada, e de repente te dão um leão pra matar?


E se isso acontece todos os dias? A culpa é de quem? Nossa ou de quem nos desestimula? A culpa eu não sei de quem é. Mas o poder de cria situações que nos agradem é completamente SEU.

Pois é... Há vários anos atrás, em um dos meus primeiros empregos,  eu vivi essa situação intereessante, que tem muito a ver com isso.

Parecia que eu estava desperdiçando a minha vida. Literalmente. Diretores, supervisores, gerentes, colegas...

O ambiente não muito bom. Era uma empresa muito grande. Infelizmente, não era das melhores pra se trabalhar.

Lembro-me de uma vez não ter feito exatamente o que me pediram. Lembro da cara da minha chefe quando descobriu que eu tinha feito as coisas de um jeito diferente, que ela PROIBIRIA se soubesse.


Sua expressão foi:

1. Surpresa (quando viu que eu desobedeci tudo)

2. Rejeição (porque não era do jeito deles)

3. Alegria (porque o resultado era melhor)


Eu gostei quando matei esse tal leão. Acabei usando a mesma estratégia durante muito tempo. Até hoje é uma das minhas favoritas.

É isso o que você ganha por não desperdiçar momentos da sua vida: prazer.

A força de vontade é um “combustível” que não dura por muito tempo. Ela não possui sustentabilidade. Se você se tornar um usuário frequente dessa energia, logo se sentirá esgotado. Mas existe uma maneira alternativa de ter a produtividade que você quer. Uma não, várias. São outros estados altamente sustentáveis, que nos deixam inteiramente “no ponto” para fazermos o que quisermos.
Se estiver evocando e confiando nestes estados, você sempre se sentirá inteiramente enriquecido, porque as boas emoções são a recompensa que queremos de verdade da nossa vida. Neste artigo, vou começar com aquele que é a minha fonte principal de energia e, principalmente, de resultados duradouros e confiávies: a diversão.


Sua Primeira Chave Interior: O Divertimento
Lembra-se de quando você era uma criança? Provavelmente não se cansava de brincar e se engajar em tarefas que considerava divertidas. Até hoje você é assim. Cada um tem o seu jeito de brincar e se divertir. Porém, a emoção da qual estamos falando é a mesma: uma palpitação no nosso peito, parece que tem alguma coisa dentro da gente, querendo pular.
Essa fisiologia interna é curiosa: só de imaginar os momentos em que você está se divertindo, você começa a rir, espontaneamente. Tenho certeza de que muitas pessoas que lerão este texto darão sorrisos, e até algumas risadas, no momento em que estiverem nestas linhas. Estas coisas são assim mesmo
O estado de divertimento parece emanar energia espontaneamente, de maneira virtualmente infinita. Ele te coloca em um fluxo onde você não vê a hora passar. De fato, essa era uma das maiores reclamações quando minha mãe me fazia voltar pra casa: “Mas mãe, já?” Ela sempre dizia: “Filha, você tá na aí a quatro horas, é hora de voltar pra casa”.

O Truque Mais Poderoso da Produtividade
Como assim?!?! Quatro horas eram quase nada pra brincar quando eu era criança!! Como pode hoje as mesmas quatro horas deixarem um monte de gente cansada de trabalhar?! Qual é a diferença entre o esforço fisiológico feito quando você está se divertindo ou quando está trabalhando? Você age com o seu corpo, utiliza músculos, anda pra lá e pra cá, mas o esgotamento mental e a chateação só acontecem quando você não se utiliza dos seus estados internos de diversão.
Quando eu era criança, adorava video games. Passava horas e horas sentada na frente de uma tevê, tentando vencer os obstáculos das fases. Quando me tornei profissional de marketing, continuava encarando os projetos que tinha que desenvolver com o mesmo ânimo de quem estava jogando videogame. Eu ligava as tarefas do meu trabalho às estruturas internas do que eu sabia que era divertido.

Truques Simples e Poderosos Para Executar a Ressignificação
Para você penetrar esse estado com qualquer coisa que esteja fazendo, é necessário enquadrar a sua tarefa como um divertimento. Faça-se algumas perguntas para gerar novas associações entre o que você gosta de fazer espontaneamente com a tarefa em questão. Tipo:
  1. O que nesse trabalho que estou fazendo é tão divertido quanto fazer X?
  2. De que forma eu posso continuar e finalizar essa tarefa de maneira que seja divertida pra mim e pra todos que estão à minha volta?
  3. Como eu posso fazer isso de maneira diferente, tal que deixe de ser tão automático e passe a ser uma tarefa mais criativa?
  4. Como eu transformo essa tarefa em um jogo?
A prática desse tipo de pensamento leva a resultados surpreendentes. Pode parecer simplista, mas observe como sua mente encontra as respostas pra você, sem você se preocupar. Assim como eu me divirto escrevendo estes artigos loooongos a fim de contribuir com a sua vida, certamente você também pode passar horas e horas realizando coisas aparentemente complicadas e “que necessitam de muita paciência”, segundo a ótica de quem está de fora.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Curso: Marketing em Redes Socias

As pessoas estão inseridas na sociedade por meio das relações que desenvolvem durante toda sua vida, primeiro no âmbito familiar, em seguida na escola, na comunidade em que vivem e no trabalho; enfim, as relações que as pessoas desenvolvem e mantêm é que fortalecem a esfera social. A própria natureza humana nos liga a outras pessoas e estrutura a sociedade em rede.
Curso: Marketing em Redes Sociais.
20/09/2011 - Webconferencia
Mediadora: Desirée Silva

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Se você pensar muito, pode acabar não agindo

O momento de seguir adiante e tomar uma atitude surge quando o corpo humano recebe estímulos que motivam a pessoa a agir em momentos específicos e colocar em prática as idéias planejadas anteriormente. Muitas vezes a decisão de agir é tomada rapidamente, de forma racional e medindo as conseqüências; porém, em outros casos decide-se precipitadamente e as conseqüências dessa atitude impensada são fatídicas. Portanto, na hora de se decidir por algo devemos discernir o caminho certo do caminho errado para não seguirmos atalhos que nos conduzam a fins infaustos.

Ouça abaixo a mensagem de reflexão:

PENSAR E AGIR

A Honra Também se Ensina

É comum, em nossos dias, ouvirmos reclamações por parte de pessoas que se sentiram desrespeitadas em seus direitos.
É o médico que marca uma hora com o
paciente e o deixa esperando por longo tempo, sem dar satisfação.
É o advogado que assume uma
causa e depois não lhe dá o encaminhamento necessário, deixando o cliente em situação difícil.
É o conta
dor que se compromete perante a empresa em providenciar todos os documentos exigidos por lei e, passados alguns meses, a empresa é autuada por irregularidades que este diz desconhecer.
É o engenheiro que toma a responsabilidade de uma obra, que mais tarde começa a ruir, sem que este assuma a p
arte que lhe diz respeito.
É o político que promete mundos e fundos e, depois de e
leito, ignora a palavra empenhada juntos aos seus eleitores.
Esses e outros tantos casos acontecem com freqüência nos dias atuais.
É
natural que as pessoas envolvidas em tais situações, exponham a sua indignação junto à sociedade, e reclamem os seus direitos perante a justiça.
Todavia, vale a
pena refletirmos um pouco sobre a origem dessa falta de honradez por parte de alguns cidadãos.
Temos de convir que todos eles passaram pela
infância e, em tese, podemos dizer que não receberam as primeiras lições de honra como deveriam.
Quando os filhos são pequenos, não damos a devida
atenção às suas más inclinações ou, o que é pior, as incentivamos com o próprio exemplo.
Se nosso filho desrespeita os horários estabelecidos, não costumamos cobrar dele uma mudança de
comportamento.
Se prometem alguma coisa e não cumprem, não lhes falamos sobre a importância da palavra de honra.
Assim, a palavra empenhada não é cumprida, e nós não fazemos
nada para que seja.
Ademais, há pais que são os próprios exemplos de desonra. Prometem e não cumprem. Dizem que vão fazer e não fazem. Falam, mas a sua palavra não tem o peso que deveria.
É importante que pensemos a respeito das
causas antes de reclamar dos efeitos.
É imprescindível que
passemos aos filhos lições de honradez.
Ensinar aos meninos que as irmãs dos outros devem ser respeitadas tanto quando suas próprias irmãs.
Que a palavra sempre deve ser honrada por aquele que a empenha.
Ensinar o respeito aos semelhantes, não os fazendo esperar horas e horas para só depois atender como que estivéssemos fazendo um grande favor.
Enfim,
ensinar-lhes a fazer aos outros o que gostariam que os outros lhes fizessem, conforme orientou Jesus.
Pense nisso!
Não há
efeito sem causa. Todo efeito negativo, tem uma causa igualmente negativa.
Por essa
razão, antes de reclamar dos efeitos, devemos pensar se não estamos contribuindo com as causas, direta ou indiretamente.
Pensemos nisso!

Fazemos nossas escolhas pensando no que realmente importa?

Você já passou por isto?

  • Ao receber uma súbita fechada no trânsito, você xinga ou pelo menos sente vontade de enviar ao inferno a família toda do motorista agressor, e fica de mau humor boa parte do dia.
  • Ao receber uma crítica do chefe, você responde na defensiva, às vezes até atacando de volta e agravando a situação.
  • Você precisa viajar e por causa da viagem, seu filho chora. Você sai de casa sentindo culpa e dizendo a você mesmo que é um péssimo pai ou mãe. Você passa a viagem toda triste ou deprimido.

Algumas vezes passamos por situações que despertam fortes emoções, reagindo de maneira a não estar no total controle das consequências. Estes são apenas alguns exemplos de situações corriqueiras que podem afetar seu dia, onde não foi possível ter o domínio da situação. Mas é possível sim mudar de atitude - as escolhas que você faz, mesmo sem saber, afetam a maneira como vai se sentir nos próximos momentos.

Ao sentirmo-nos como refém da situação, sentimos também a impotência para fazer qualquer coisa para melhorar ou amenizar o problema que se apresenta. Ficamos na “defensiva”, comportamento com o qual somos todos naturalmente pré-programados, como parte do nosso instinto natural de sobrevivência. Apenas reagimos à situação, da maneira como sempre fizemos, instintivamente.

É possível superar o aspecto instintivo se buscarmos o positivo em cada situação. É fácil? Certamente não, afinal o comportamento defensivo é tão automático e repetitivo, que gera a sensação de impotência, e literalmente deixa-nos reféns da situação. Este sentimento negativo é um veneno para a mente, ele leva à certeza de que “nada que fizermos vai mudar alguma coisa”. Ficamos sem opção e portanto apenas reagimos.

Entretanto há uma luz no fim do túnel: um antídoto para este veneno é buscar o positivo por meio de um real objetivo, aquele para o qual você tem uma forte uma conexão emocional. Veja por exemplo a estória de Nelson Mandela, que ao receber pena de prisão perpétua poderia facilmente ter se tornado amargo e agressivo - o que seria esperado em uma situação destas. Como ele não tinha quase nenhum controle sobre a situação, seria um forte candidato a sentir-se refém de seu destino. O que ele teria alcançado? Provavelmente nada de construtivo. Mandela fez a escolha consciente de conectar-se com o seu maior objetivo, libertar a África do Sul do Apartheid. Mandela encarou a prisão como um treinamento e preparação para seu objetivo maior, procurou focar-se no positivo de sua dramática situação. Pergunto: quantos de nós poderíamos permanecer 26 anos em um cárcere e encarar isto com treinamento? Nelson Mandela, que veio tornar-se o primeiro presidente eleito democraticamente em seu país, foi um refém físico, mas certamente não foi refém de suas emoções negativas. Durante seu tempo de prisão ocupou o tempo preparando-se para a vida após a prisão. Todos temos emoções negativas, inclusive Mandela, entretanto ele soube transforma-las em algo maior e mais importante para ele.

Buscar um objetivo que seja realmente significativo e importante, trará forças para buscar nosso centro, nosso auto-controle. Conectar-se emocionalmente com um objetivo é um poderoso e enriquecedor mecanismo de sobrevivência, tirando os aspectos tóxicos e venenosos do processo automático da reação descontolada.

O primeiro passo é ter consciência dos nossos valores (ou seja, o que realmente é importante na sua vida) e seus objetivos. Por exemplo, posso pensar em um primeiro momento que meu objetivo é ganhar dinheiro. O que realmente importa no dinheiro? Para alguns pode ser a possibilidade de oferecer uma melhor escola aos filhos, para ficar em um exemplo. O objetivo "ganhar dinheiro" neste caso pode ser na verdade um meio para o objetivo maior, e com o qual conecto-me emocionalmente como "dar a melhor educação possível aos meus filhos". Garantir o futuro deles é algo que realmente importa para mim, portanto um valor. Se meu trabalho exige que eu faça uma longa viagem, se a viagem me ajuda a alcançar o objetivo educação dos filhos, estou fazendo uma escolha consciente, e não apenas me sentindo vitima das obrigações do trabalho. O resultado "viajar a trabalho" é igual, mas o significado agora é diferente. Se frequentes viagens estão interferindo em outros aspectos importantes, como "estar presente na vida da minha família" preciso rever minhas escolhas profissionais e planejarestrategicamente meus próximos passos. A diferença aqui é tomar o sentimento de estar mais no controle, ser o protagonista da estória da minha vida, não apenas um ator.

É possível buscar opções ao sentimento “negativo automático” e construir algo positivo em situações difíceis? Quais novos repertórios de comportamento, úteis aos seus objetivos mais importantes, você gostaria de desenvolver?

Seja Bem Vindo ao Blog O QUE SE FAZ AGORA...

Nada melhor do que começar esse projeto dando “Boas Vindas” a todos vocês. Então sejam bem vindos ao Blog O QUE SE FAZ AGORA..., um canal com temas de interesses de reflexões, auto críticas e questionamento do comportamento da sociedade.

Aqui vamos discutir acontecimentos do dia-a-dia, empreendedorismo, problemáticas e soluções, dicas de como melhorar as relações interpessoais e entender melhor os aspectos relacionados ao comportamento cultural.

Quando Drummond utiliza José ou você, é o próprio poeta que está falando, em autocrítica e também em nome da sociedade como se estivesse refletindo a pergunta dos outros: "E agora, José?".
Drummond usa o termo "José" alternado com a palavra "você" para mostrar que não importa o nome em que o poeta se disfarça, ou quer se disfarçar, qualquer nome serve pois o que conta é o problema resumido na expressão "E agora?", é essa questão que deve ser respondida, é sobre essa questão que Drummond nos incita ao raciocínio.
Você mesmo quantas vezes não se perguntou "E agora?", pois é... para onde ir depois que a festa acaba, que a noite esfria, que está só, marchando sem direção?